sábado, 8 de julho de 2017

MAIS UMA VEZ TRABALHANDO COM EQUIPE JOVEM NO FLU, ABEL FALA EM SER "PARCEIRO DO CLUBE"

Técnico entende a necessidade tricolor de ter um elenco formado por jogadores revelados em casa
 
Em sua terceira passagem pelo Fluminense, Abel Braga, mais uma vez, vai lançando vários jogadores formados em casa na equipe profissional. Num paralelo com a primeira, em 2005, quando lançou nomes como Diego Souza, Arouca, Rodrigo Tiuí, Radamés e Marcelo, agora tem Wendel, Calazans e outros. O técnico, ao comentar o trabalho, ressaltou a necessidade atual do clube de olhar para a sua base e fala em parceria com a instituição.
– Tem o momento que o clube vive e vivia naquela época. Naquele momento existia a Unimed, um tipo de gestão diferente. Fez-se necessário a utilização de muitos garotos. Não era hoje em nível de performance como é hoje, trabalho, estrutura. Xerém hoje para o que era em 2005 tem uma diferença total. Hoje é uma coisa mais coordenada, voltada para a formação do ano. O Fluminense tem um lema que “melhor pessoa, melhor jogador”. Quanto mais puderem formar o homem, mostrar os caminhos, percalços, vida do profissional, no futebol. Tem muitos degraus. Nem sempre se aparece num primeiro momento. Por isso existe isso de um jogador que sobe mais rápido. Outros têm dificuldade maior. Tem de saber administrar. É uma equipe jovem, tem oscilação. Por isso sempre peço pro torcedor um pouco de paciência. É a razão do Fluminense. O Fluminense tem o Scarpa, que é jovem, mas com personalidade, ajuda. Cavalieri, Júlio, Gum, Henrique, Lucas, Dourado. Esses caras dão um suporte legal. Eu não posso errar na medida. Tenho de sempre apoiar. Não deixa de ser um trabalho que fascina, mas ao mesmo tempo é difícil. Estou tentando dentro da minha possibilidade ser parceiro do clube. Uma alegria ver jogadores que entraram tem dois, três meses, outros com dois, três jogos, e falam que podem ser negociados. É continuar o trabalho sendo parceiraço do clube – disse o treinador.
FONTEPapo do Lobo

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