terça-feira, 7 de março de 2017

EM JOGAÇO NO ENGENHÃO, FLA-FLU TERMINA EMPATADO, MAS A MÍSTICA PREVALECE FLUZÃO CAMPEÃO!

Tricolor derrotou rival nos pênaltis

Um domingo especial. Após o jogo correr o risco de não contar com as duas torcidas, Fluminense e Flamengo brindaram seus fãs e fizeram um clássico à altura de suas tradições. Antológico, épico, marcante. Vão sobrar adjetivos para o que aconteceu no Estádio Nilton Santos. No fim, prevaleceu a mística. Com a camisa Ame o Rio na frente, remetendo ao título de 1995, o Tricolor, nos pênaltis, conquistou a Taça Guanabara após um espetacular 3 a 3 no tempo normal. Wellington, Henrique Dourado e Lucas marcaram para o Flu. Willian Arão, Everton e Guerreiro anotaram para o rival. Nos pênaltis, 4 a 2.
Um início de jogo eletrizante. Logo aos quatro minutos, o Fluminense armou um contra-ataque fulminante. Wellington Silva correu demais, percorreu quase 70 metros e se aproveitou do escorregão de Pará. Cara a cara com Alex Muralha, de pé direito, marcou o primeiro gol do clássico.
A torcida tricolor teve pouco mais de três minutos para festejar. Em lançamento na área, Júlio César catou borboletas, a bola sobrou para Rafael Vaz, que tocou para o gol vazio, Henrique Dourado ainda tentou tirar, mas Willian Arão empatou o jogo.
Com sete minutos, dois gols e cabia mais. Muito mais. Isso porque os sistemas defensivos de Fluminense e Flamengo davam espaços generosos. Pelos lados do Tricolor, a bola na aérea era um Deus nos acusa. Já o Rubro-Negro sofria com os rápidos contra-ataque do Fluzão.
Mas foi na falha defensiva do Flu que o rival se aproveitou. Renato Chaves ficou olhando a bola viajar na área, Guerrero cabeceou, Júlio César espalmou para o meio da área e Everton virou a partida.
A vantagem do Flamengo no marcador não modificou o panorama do clássico e o Flu chegou ao empate. De pênalti. Guerrero colocou a mão na bola dentro da área. Com categoria, Henrique Dourado colocou tudo igual no marcador.
Não demorou para a virada acontecer neste Fla-Flu épico, arrebatador, palpitante. Wellington Silva achou um passe fenomenal para Lucas. O lateral infiltrou na defesa rubro-negra e tocou bonito no canto esquerdo de Alex Muralha: 3 a 2. Fim de primeiro tempo e a impressão que se tivesse mais alguns minutos, a rede seria balançada, de um lado ou de outro.
Na etapa final,  Tricolor ditou o ritmo do meio-campo. Controlou o principal setor do jogo e atacou na boa. O Flamengo não tinha mais o ímpeto ofensivo do primeiro tempo, já que os espaços, que sobraram nos 45 minutos iniciais, faltaram nos últimos. Fruto de um bom posicionamento dos volantes, laterais e zagueiros.
O rival fez duas mudanças para tentar buscar o empate, sacando Mancuello e Willian Arão, para as entradas de Gabriel e Berrío. Abriu o time e o Fluminense teve algumas chances, como num chute de Marcos Júnior.
Quando o título parecia cada vez mais palpável, Richarlison fez falta em Pará na entrada da área. Guerrero cobrou com perfeição e empatou o jogo mais uma vez, aos 40 minutos, levando a decisão para os pênaltis. Àquela altura, Henrique Dourado e Sornoza, batedores oficiais, foram substituídos. Mas nos pênaltis deu Fluminense. Tinha que dar Fluminense: 4 a 2.
FONTERedação NETFLU

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E A TAÇA GUANABARA REPOUSA FELIZ

BLOG DO PC FILHO
Amigos, eis que, contrariando as minhas expectativas, o Fluminense começou o ano voando baixo. Em janeiro, quem me perguntava sobre a temporada tricolor invariavelmente ouvia resmungos pessimistas. Considerando a reta final do Campeonato Brasileiro de 2016 e a aparente preguiça na busca por reforços, eu não enxergava mesmo motivos para ter esperança.
Mas, nos primeiros onze jogos do ano, foram oito vitórias, dois empates e uma derrota – esta com um time quase todo reserva, e prejudicado pela arbitragem, no Beira-Rio. Os equatorianos se adaptaram rapidamente, Henrique Dourado está com o faro de gol apurado, Gustavo Scarpa e Wellington Silva seguem sendo efetivos, e Lucas se mostra um excelente reforço. Felizmente, o começo de 2017 contraria meus sombrios prognósticos. Não que eu esteja exageradamente otimista agora. A própria derrota do time misto em Porto Alegre demonstrou que o elenco tem carências, que precisam ser sanadas. Além disso, é bastante provável que alguns dos nossos atletas titulares sejam negociados no inverno. O ano começou bem, mas pode desandar.
Mas o verão nem terminou e já levantamos o primeiro troféu, a Taça Guanabara. E que conquista, amigos, que conquista! Na decisão, o Flamengo parecia o grande favorito. Em toda decisão, o Flamengo parece favorito, com os milhões de reais em seus orçamentos estratosféricos, com os milhões de torcedores que têm seu nome gravado no coração, com a imprensa amiga a incensar as qualidades do time. Dizem que eles têm 40 milhões de adeptos. Dizem que a camisa rubro-negra é tão pesada que enverga varais mundo afora. Dizem que, com seu orçamento milionário, poderiam pagar todos os outros elencos do Campeonato somados, e ainda sobraria um troco para jantar no Bar Lagoa.
Porém, chega o Fla-Flu definitivo da Taça Guanabara, e o favoritismo rubro-negro escorrega. O Fluminense faz 1 a 0, o Flamengo vira para 2 a 1, e o Fluminense vira para 3 a 2. Tudo isso ainda no primeiro tempo. Em 45 minutos, o Fla-Flu tem emoções que um clássico comum levaria décadas para acumular.
Antes de continuar com a história do Fla-Flu, abro um parêntese para contar um drama pessoal: eu não estava assistindo ao Fla-Flu, acreditem. Tinha uma prova marcada exatamente para a tarde do clássico (que passe a constar em todos os editais de concursos futuros: “a prova será automaticamente adiada se for marcado um Fla-Flu para o dia de sua aplicação, e ficam desde já revogadas todas as disposições em contrário”). Quando o jogo devia estar lá pelo começo do segundo tempo, e eu não fazia a mínima ideia de como andava, terminei minha prova. Porém, havia um empecilho: para sair mais cedo e ver o que restava do Fla-Flu, eu não poderia levar comigo o caderno de questões, nem mesmo anotar as minhas respostas. Para isso, precisaria esperar até as 6 da tarde, quando o clássico já teria terminado. Como poderia conferir o gabarito depois? Então, me veio a ideia: “vou memorizar minhas 40 respostas. Uma sequência de 40 letras, eu consigo. É pelo Fla-Flu, eu tenho que conseguir”. Olhei para aquele cartão de respostas durante uns 10 minutos, acredito eu. Quando fechei o olho, consegui lembrar as 40 letrinhas, aquela sequência aleatória de ás, bês, cês e dês. Entreguei a prova, e saí em disparada para ligar a TV do meu celular. Antes de anotar minhas 40 letrinhas decoradas, havia uma urgência maior: saber quanto estava o Fla-Flu. Opa, está 3 a 2 pra gente, parada técnica do segundo tempo. Aproveitei para anotar meu gabarito. E então me ajeitei para assistir ao que restava do Fla-Flu ali mesmo, naquela pracinha entre o Jardim Botânico e a Lagoa Rodrigo de Freitas.
O Fluminense lutava bravamente para segurar o 3 a 2, o mesmo 3 a 2 de 25 de junho de 1995. “Ame o Rio”, essa foi genial. “Segura essa, Júlio César”. O título parecia questão de tempo, e é aí que mora o perigo. Nada é previsível no Fla-Flu. Aos 40, o Flamengo empata, com um gol de falta (que não foi falta, obviamente). Solto meus palavrões. Lá vem disputa de pênaltis. Que solução estúpida é a disputa de pênaltis. Maldito seja o inventor dessa maluquice, que produz infartos mundo afora, e que é tão justa quanto um cara-ou-coroa (aliás, é menos justa – no cara-ou-coroa, as chances são de 50% para cada lado; na disputa de pênaltis, quem começa batendo leva vantagem).
Falando em começar batendo, foi o Flamengo que começou: Diego converteu. A essa altura, as chances de o Fluminense vencer eram menores, mas quem já venceu os 98% de 2009 não se entregaria fácil: Lucas empatou. Paolo Guerrero converteu, Henrique também, 2 a 2. Réver chuta e Júlio César defende com os pés, que coisa linda de se ver! Marquinho, o mesmo Marquinho que em 2009 chutou o rebaixamento para o espaço sideral, põe o Fluminense em vantagem: 3 a 2. Rafael Vaz cobra para fora, e agora estamos a um gol do triunfo. Marcos Júnior caminha para a bola. Ano passado, ele entrara em campo durante a decisão para nos dar a Copa da Primeira Liga, em Juiz de Fora. Este ano, entra para cobrar e converter o pênalti que nos dá a Taça Guanabara. Marcos Júnior, tal qual Paulinho em 1985, sai do banco de reservas para entrar na história. Fluminense, campeão da Taça Guanabara!
Na hora da decisão, a camisa do Fluminense faz diferença. Não que a camisa rubro-negra não pese: escrevi ali em cima que ela enverga varais. Acontece que o manto tricolor os arrebenta. Quando o Fluminense entra em campo, não são apenas onze seres humanos bem vestidos. Não: eles entram acompanhados dos 115 anos de história do clube mais importante da história do futebol mundial, aquele cujo DNA está impresso no genoma de todos os outros times do país, dentre eles o próprio Flamengo e a gloriosa Seleção Brasileira com suas cinco estrelinhas.
E a Taça Guanabara repousa feliz, na rua Álvaro Chaves, 41, em numerosa companhia. Já me pego sonhando com a repetição de 2007, ou até quem sabe de 2010 e 2012. Como seria bom reviver essas glórias. Até o Profeta sairia de sua distante caverna para festejar com a plebe tricolor…
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

RÁDIO: FLU DEVE BUSCAR REFORÇO PARA A LATERAL ESQUERDA NO MERCADO SUL-AMERICANO

Sem dinheiro, clube irá atrás de aposta e não de medalhão

Com as saídas de Giovanni e William Matheus, para Náutico e Coritiba, respectivamente, o Fluminense irá atrás de um lateral-esquerdo. Já se sabe que um grande nome não chegará às Laranjeiras, pois a situação financeira não permite loucuras. O atleta a ser contratado será uma aposta e, segundo a Rádio Brasil, provavelmente virá do mercado sul-americano.
Após as últimas negociações, o Fluminense só ficou com Léo para o setor. Nos treinos, Marquinhos Calazans, atacante, vem sendo improvisado na lateral.
FONTE: netflu
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OBRIGATORIEDADE DE TIMES FEMININOS PARA JOGAR A LIBERTADORES VALERÁ A PARTIR DE 2019

CBF apresentou exigências do regulamento de licenciamento para os clubes nesta quinta-feira

Conforme já era sabido, os clubes para disputar a Copa Libertadores terão a obrigatoriedade de possuir times femininos de futebol participando de competições nacionais. A regra, porém, passará a valer a partir de 2019 e não de 2018, como foi noticiado em um primeiro momento.
Tal novidade foi apresentada aos clubes nesta quinta-feira pela CBF entre as exigências do regulamento de licenciamento. Na prática, trata-se de uma série de obrigações a serem cumpridas pelas agremiações esportivas para poderem participar das competições organizadas tanto pela entidade nacional quanto pela Conmebol.
Fora o futebol feminino, clubes também precisarão dar conta de exigências no que diz respeito a estrutura (centro de treinamento, estádio), profissionalização de dirigentes, gestão financeira etc. Quem não cumprir terá de arcar com punições como multas e exclusão de torneios.
FONTE: Netflu
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SCARPA FALA SOBRE A EXPECTATIVA DE FAZER DUPLA COM SORNOZA NO MEIO DE CAMPO

Meia espera que parceria dê certo


Considerado o atleta mais técnico o Fluminense, o meia Gustavo Scarpa terá Sornoza para dividir a responsabilidade, a partir de agora. Após a bela exibição do equatoriano frente ao Criciúma, a expectativa do meia da seleção brasileira é positiva para o clássico contra o Vasco, quando ambos estarão em campo pelo Time de Guerreiros.
– Tomara que dê certo. Estão esperando muito de nós neste ano e espero que dê tudo certo – afirmou.
FONTE: Netflu
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"TOMARA QUE MINHA HISTÓRIA COM O FLUMINENSE NÃO TENHA ACABADO", TORCE FRED

Atacante afirma ainda torcer muito pelo Tricolor, mas não garante retorno


Negociado no ano passado com o Atlético-MG, Fred ainda nutre o sentimento de grande carinho pelo Fluminense. O atacante confessa que ficou muito chateado quando a diretoria optou por sua saída, mas agora consegue falar sobre o assunto. E mais: torce para não ter encerrado sua história com o Tricolor, pois ainda torce muito pelo time.
– Tomara que não (tenha acabado a história). Tenho uma dívida eterna de gratidão com o Fluminense e continuo torcendo muito. E, hoje, já me sinto mais confortável para falar. Antes, havia uma cicatriz, uma ferida aberta. Era muito sofrimento… Agora, já posso falar, mas prefiro não me estender. Estava chateado, mas já me sinto pronto para assistir aos jogos do Fluminense e torcer pelos amigos. Evoluí – conta.
Fred, porém, não tem como garantir um retorno às Laranjeiras para encerrar a carreira. Ele tem contrato com o Atlético-MG por mais dois anos.
– Planejei uma vida dentro do Fluminense. Tenho mais dois anos de contrato com o Galo. Vamos ver o que Deus tem para mim – afirmou.
FONTE: Netflu
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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

COM AUSÊNCIA DE ALGUNS NOMES CONHECIDOS, FLU DIVULGA RELACIONADOS PARA ESTREIA NA PRIMEIRA LIGA

Júlio César, Gum, Giovanni, Pierre, Danilinho e Osvaldo ficam fora do jogo contra o Criciúma




O Fluminense divulgou sua lista de relacionados para a estreia na Primeira Liga e em 2017, nesta terça-feira, às 20h, contra o Criciúma, no Mário Helênio. Chama a atenção a ausência de nomes conhecidos no elenco como Júlio César, Gum, Pierre, Danilinho, Osvaldo e Giovanni.
Gustavo Scarpa, a serviço da seleção brasileira, e Lucas, não regularizado a tempo, também estão fora.
Veja a relação completa:
Goleiros: Diego Cavalieri e Marcos Felipe
Laterais: Léo e Renato
Zagueiros: Renato Chaves, Henrique e Nogueira
Volantes: Douglas, Orejuela e Luiz Fernando
Apoiadores: Sornoza e Marquinho
Atacantes: Marcos Junior, Wellington, Henrique Dourado, Lucas Fernandes, Marquinhos Calazans, Maranhão e Pedro

FLUMINENSE ENCAMINHA EMPRÉSTIMO DE GIOVANNI PARA CLUBE PERNAMBUCANO

Lateral-esquerdo é esperado no Recife para fechar com o Náutico


O lateral-esquerdo é esperado em Recife nesta terça-feira para fechar com o clube pernambucano.
Sinal de sua saída é que Giovanni nem sequer havia sido relacionado para a estreia na Primeira Liga, contra o Criciúma.
FONTE: Netflu
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