sexta-feira, 4 de setembro de 2015

CONSTRUÇÃO DO CT DO FLUMINENSE SERÁ ANTECIPADA

Campos estarão prontos até março
pedroantonioAo site da ESPN Brasil, o vice-presidente de projetos especiais do Fluminense, Pedro Antônio, trouxe novidades acerca do centro de treinamentos. O dirigente revelou que a construção do CT propriamente dito iniciará antes do previsto. Os custos também foram reduzidos de R$ 45 milhões para R$ 20 milhões.
– A construção será antecipada para o dia 1º de novembro. Ali já vamos bater estacas, já começa a produção. A torre ali na frente também, em paralelo seguiremos construindo. Os campos, começando em novembro, estarão prontos no máximo em março, isso sendo muito pessimista. Depois do plantio, em 90 dias, o campo já deve estar pronto. A construção integral do CT, que custaria R$ 45 milhões quando anunciei o projeto, deve, sem a construção da torre, chegar na fase inicial de uso, com o CT já em funcionamento, abaixo dos R$ 20 milhões, em um tempo que as obras só atrasam e aumentam de valor – contou Pedro Antônio, explicando o preço mais baixo para levantar o CT:
– A gente já economizou R$ 12 milhões entre negociações, boas oportunidades de compra, doações, etc. Vamos ter 9600 m² de construção, temos estimado de aterro 240 mil m², já estamos com mais de 11 mil caminhões de aterro colocados, construções de rua… Financeiramente, o aterro, que seria estimado em mais ou menos R$ 25 milhões, nós devemos gastar menos de R$ 4 milhões. Nesse momento, a gente teve basicamente duas empresas dando descontos. Torcedores que nunca tinham feito trabalho para o Fluminense. Nenhum parceiro do CT era parceiro do clube, até porque o FluMINENSE não faz obras. O grande desafio será na parte da construção. A gente vai contratar uma construtora para fazer a obra, assumiremos o encargo da compra de materiais. Muitos tricolores poderão doar ou fazer descontos enquanto empresas, o que uma construtora compra em condições normais dificilmente vai acontecer. Estamos fazendo as definições técnicas para o processo de licitação para as construtoras que vão fazer a torre e outras fundações. Hoje somos seis empresas fazendo projetos paralelos. Financeiramente está tudo viabilizado. O custo de projeto não é barato, mas não é inviável explicou.
Fonte: ESPN Brasil
DIVULGAÇÃO: Blog Dudé Vieira.

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