segunda-feira, 13 de julho de 2015

SÓ UM AJUSTE, UM PEQUENO E DECISIVO AJUSTE

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Carequinha entrou bem, mas tem de jogar na beira do campo
Nobres tricolores,
surpresos?  Alguém com o rivotril em dia, com a consciência sã imaginaria que um time de Wellington Silva, Gum, Giovanni, Gustavo Scarpa e Marcos Júnior seria vice-líder do Campeonato Brasileiro? Se você que me lê responder sim, recomendo uma visita a um centro espírita para tentar aflorar sua mediunidade ou então meu desconfiômetro detectará de imediato: Mentiroso!
A trajetória do Fluminense até aqui é assustadora. Dirão que é fruto do equilíbrio – por baixo – do Brasileirão. Obviamente. Mas como deixar de exaltar a garra desses jogadores, algo cobrado por esta coluna e por todos há tanto tempo? O Tricolor transpira. A começar por Fred, exercendo uma liderança para lá de positiva e dando exemplo. O camisa 9 tem se doado como eu nunca vi desde sua chegada pomposa há seis anos.
Wellington Silva continua jogando sua pelada, mas sem se entregar jamais. A zaga bem postada, embora ainda prefira Marlon no lugar do esforçado, mas limitado Gum. E Giovanni evoluiu. Se  antes era ruim, hoje faz um feijão com arroz honesto. Na proteção à defesa, Edson desarmando, armando, desarmando, armando e Jean regular na função que lhe cabe.
Além da raça, o Flu se impõe porque faz o jogo correr. Toque de bola, espera do lateral passar por trás da defesa, cruzamento, chute. O beabá. A síntese disso é Gustavo Scarpa, xodó do camarada Gustavo Albuquerque (Flupress) e do tio Luiz Carlos Máximo.
Não conseguia ver futebol nesse rapaz a ponto de decidir partidas. Felizmente, parece que estava errado. O bigodinho maroto joga um futebol que muito me agrada. Sem firulas desnecessárias, simples, direto, objetivo. E mais: vontade de ganhar. Bem verdade que fazer a torcida esquecer do Wagner não é das missões mais árduas. Mas Scarpa entrou no tempo certo.
A festa pode ficar  ainda melhor com os mais novos convidados. Enquanto isso, que tal tentar melhorar o que já é bom? Para isso, nobre Enderson Moreira, de trabalho inegavelmente eficaz, é recomendável ajustar o posicionamento do trio ofensivo que municia o Fred.
Nunca, em hipótese alguma, Marcos Júnior pode jogar centralizado, como um típico armador. É um atacante de velocidade, daqueles de partir para cima da marcação. Enquanto isso, Gerson, de passe refinado, mas evidente lentidão, não pode ser um ponta direita. Como resolver? Ora, tá na cara. Troca pura e simples: É Gerson lançando para Marcos Júnior. Não o contrário. Esperávamos há tanto tempo por um jogador rápido… Enderson o encontra e não o utiliza na posição onde pode ser útil para si e para o time.
No mais, é tocar o barco. Osvaldo será titular, Ronaldinho também. Enquanto isso, que a molecada continue decidindo. Tá bonito de ver!
Fonte: Redação NETFLU
DIVULGAÇÃO: Blog Dudé Vieira.

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