terça-feira, 22 de maio de 2018

RADIALISTA REVELA QUE CAETANO CHEGOU A SE REUNIR COM DIRETORIA DO FLU

Dirigente acertou com o Internacional
22 de Maio de 2018 
Caetano trabalhou com Abel no Fluminense em 2012 (Foto: Nelson Perez)
Segundo informações do jornalista Victor Mendes, da Rede Mais Esportes, Rodrigo Caetano chegou a se reunir com diretoria do Fluminense, mas parou por aí. O clube não chegou a formalizar uma proposta, houve apenas uma sondagem.
O nome do profissional surgiu após primeiro “aviso” de que Paulo Autuori sairia. O dirigente aceitou proposta do Inter também para acabar com rótulo de que só trabalha no Rio de Janeiro.

CONHEÇA O HISTÓRICO POLÍTICO DOS VICES QUE RENUNCIARAM E DOS QUE SEGUEM NO FLU

Abad segue à procura de cinco pessoas para preencher hiato causado com debandada
22 de Maio de 2018 
Composto por 11 vice-presidentes (VPs), além da presença de Pedro Abad, mandatário do Fluminense, o clube das Laranjeiras vive uma crise política intensa. Dos 11 dirigentes logo abaixo de Abad, cinco, ligados ao Unido e Forte, renunciaram seus cargos na última semana, como o NETFLU divulgou em primeira mão. Mas qual é o histórico dessas figuras importantes para o clube?
O site número 1 da torcida tricolor traçou um perfil dos 11 homens (agora seis, temporariamente), que fazem parte do Conselho Diretor.
VICE-PRESIDENTE GERAL: Cacá Cardoso (renunciou) 
De acordo com o estatuto do Fluminense, a principal função do vice-presidente geral é substituir o presidente em seus impedimentos eventuais ou ocasionais. Além disso, ele deve coordenar tudo o que se relacione com o patrimônio e a conservação dos bens do Fluminense, mantendo sub sua supervisão a Diretoria de Patrimônio. Quem ocupava esse cargo até a última quinta-feira era Cacá Cardoso, que foi vice-presidente jurídico na gestão Peter Siemsen.
Cacá é “afilhado” político de Carlos Eugênio Lopes, o Carlô do departamento jurídico da CBF, há décadas, de acordo com algumas pessoas ligadas à diretoria atual do Fluminense. Tem uma carreira consolidada na área jurídica e concorreu à presidência nas últimas eleições até se aliar, faltando 48 horas para a votação, com Pedro Abad, consolidando a coalizão “Unido e Forte”.
VICE-PRESIDENTE DE FUTEBOL: Fabiano Camargo 
As principais funções da pasta são coordenar as atividades relacionadas com o futebol e o futsal em todas as suas divisões e modalidades, bem como gerenciar os contratos, franquias e transações de qualquer natureza comercial concernentes ao futebol do Fluminense. Ele também precisa administrar o complexo esportivo do Vale das Laranjeiras, em Xerém e indicar o Diretor Médico para a sua área de gestão, conforme informações do estatuto.  Fabiano Camargo foi o escolhido.
Dentista de formação e profissão, Fabiano não possui nenhuma experiência específica na área. Filiado à Flusócio, foi convidado para o cargo em caráter de urgência, após a queda de Fernando Veiga. Goza da confiança do presidente Pedro Abad.
VICE-PRESIDENTE DE INTERESSES LEGAIS: Miguel Pachá (renunciou)
Tendo como única atribuição, segundo o estatuto, no trato dos assuntos jurídicos relacionados ao clube, o dono desta pasta precisa ter, necessariamente, experiência no setor. E era o caso de Miguel Pachá, que renunciou junto com outros vices na última quinta-feira. Advogado conhecido, ele chegou ao Fluminense junto com uma “leva de notáveis” introduzida por Cacá Cardoso, após a saída de Bruno Curi. Ligado ao “Unido e Forte”, recebeu críticas na condução de alguns assuntos por parte da base de apoio da gestão, a Flusócio.
VICE-PRESIDENTE DE MARKETING: Idel Halfen (renunciou)
Dentre as principais tarefas, conforme o estatuto, o detentor desta pasta precisa coordenar as atividades relacionadas com a publicidade e o marketing do clube, em todas as
suas áreas, inclusive o futebol. Além disso, precisa publicar o Boletim Oficial e a Revista do Fluminense. Por fim, também supervisiona o Flu-Memória. Idel Halfen ocupava este espaço.

Ex-Flusócio, Idel ocupou o cargo por quatro anos na gestão Peter Siemsen, entre idas e vindas. Bastante criticado por conta do resultado prático do marketing, chegou a ser contratado por cerca de dois meses pelo clube para assumir a diretoria do setor. Em seguida, deixou o cargo e só voltou para o clube na gestão Abad. Virou “VP” na cota do grupo Flu 2050, que pertence ao FUF (Fluminense Unido e Forte).
VICE-PRESIDENTE DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: Rogério Felix
Cargo criado na gestão Peter Siensem, por isso não consta no estatuto. Rogério, que assumiu a pasta, foi um dos principais responsáveis pela articulação política de Pedro Abad. Uma das cabeças pensantes da Flusócio (não confundir com Danilo Felix, que também é um dos líderes do grupo), Rogério adota uma estratégia mais serena, longe dos holofotes, mas com extrema influência sobre Pedro Abad.
VICE-PRESIDENTE DE FINANÇAS: Diogo Bueno (renunciou)
O estatuto diz que o representante da pasta precisa gerir os assuntos econômico-financeiros, inclusive a aplicação das dotações orçamentárias e os créditos extraordinários do clube. Ainda é necessário assinar, com o presidente do clube, alguns documentos específicos da área de gestão. Diogo Bueno, filho de Júlio Bueno, que foi um dos líderes da Vanguarda Tricolor, era o nome do setor.
Tendo renunciado junto com outros vice-presidentes, ele tinha suporte do “Unido e Forte”, ventilado, inclusive, para suceder Abad, embora nunca tenha falado abertamente sobre pretensões presidenciais. Foi vice de Cacá pelo Flu 2050 até que o grupo se uniu com a Flusócio, faltando dois dias para as últimas eleições. Diogo foi o cabeça da polêmica dispensa dos oito jogadores no fim de 2017, pedindo que a ação fosse exercida antes da última rodada do Brasileirão, com o aval do departamento jurídico. Abad, porém, só tomou a iniciativa no final do mês do último ano.
VICE-PRESIDENTE COMERCIAL – Ronaldo Barcelos 
Pasta criada na gestão Pedro Abad para auxiliar o marketing na busca por parceiros e patrocinadores. Quem fica responsável por ela é Ronaldo Barcelos, um dos maiores doadores do centro de treinamentos e, ainda, apoiador de Mário Bittencourt nas eleições de 2016.
Ronaldo ficou rico trabalhando no mercado financeiro há alguns anos. Pertencente ao Grupo Base Tricolor, do qual Pedro Antônio, ex-vice de projetos especiais, participava até as vésperas das eleições de 2016, Ronaldo trabalha com poucas companhias. Geralmente tenta por si só os contatos com possíveis patrocinadores e parceiros, como vem sendo nos últimos tempos com as empresas que estampam a camisa do Fluminense por período curto de tempo.
Pagou do bolso uma campanha publicitária para o sócio futebol. A “Abrace o Flu”.
Achou que, com aquilo, conseguiria fazer 90 mil novos sócios em poucos meses, mas o cenário não se apresentou da forma que desejava.

VICE-PRESIDENTE ADMINISTRATIVO – José Mello 
Segundo o estatuto, cabe ao responsável pela pasta administrar o clube em seus diversos setores, especialmente os serviços de secretaria, expediente e compras. Ainda tem a responsabilidade de supervisionar os serviços gerais do Fluminense. José Mello, considerado da “velha guarda”, ocupa este espaço.
O cargo é quase vitalício. Há muitos anos tomando conta da pasta, Mello foi indicado pelo grupo Democracia Tricolor.
VICE-PRESIDENTE DE GOVERNANÇA – Sandor Hagen (renunciou)
Pasta criada na gestão Pedro Abad, por isso não consta no estatuto do clube. O responsável pelo setor era o executivo de destaque no mercado, Sandro Hagen, que fez carreira na Coca Cola. Seria um dos notáveis que, supostamente, agiria somente como um técnico, sem viés político. Muitas das regras de governança que sugeriu foram ignoradas pelo presidente Abad, segundo informações. Entrou no cargo através da composição Fluminense Unido e Forte.
VICE-PRESIDENTE DE ESPORTES OLÍMPICOS – Márcio Trindade 
O estatuto do Fluminense diz que é de responsabilidade da pasta coordenar as atividades relacionadas à educação física e aos demais esportes, excetuando-se o futebol. Quem cuida desse espaço é Márcio Trindade. O cargo caiu em seu colo depois que Ricardinho e Sandro Lima (Sandrão) se afastaram, ainda na gestão Peter Siemsen.
Especula-se que seu desejo seja o de se tornar CEO do Fluminense. Durante as eleições, teria ficado frustrado com o fato de Pedro Abad ter absorvido Cacá como vice-geral, já que pleiteava a pasta. O grande feito, para alguns, está na conquista do fundo milionário do Comitê Brasileiro de Clubes, que ajudou na manutenção dos esportes olímpicos do clube.
Apoiador de Abad, possui função considerada estratégica já que, em tese, tem maior influência sobre os votos de atletas olímpicos, que costumam fazer a diferença nas eleições do Fluminense.
VICE-PRESIDENTE SOCIAL, CULTURAL E CÍVICO – Marcus Vinícius Bittencourt 
Conforme explícito no estatuto, a função do dono desta pasta é a coordenar as atividades relacionadas com os eventos sociais, culturais, cívicos, artísticos e de
entretenimento para os sócios. Além disso, ele também fica encarregado de fiscalizar os bares e restaurantes do clube. Presidente do Conselho Deliberativo no segundo mandato de Peter Siemsen, Marcus Vinícius Bittencourt foi o nome escolhido.

Sua presença política no Fluminense é antiga. Ele foi candidato a VP geral nas duas candidaturas próprias da Tricolor de Coração, em 2004 e 2007. Reside muito próximo ao clube e respira as Laranjeiras. É importante frisar que ele entrou no cargo depois que o primeiro VP indicado pela Vanguarda jamais apareceu no clube. Abad vetou, em seguida, a indicação de Marcus Furtado, também da Vanguarda.
TESOUREIRO – Claudio Pires Barçante 
Embora não faça parte do quadro de vices, tem responsabilidade similar ou mais importante. De acordo com o estatuto do Fluminense, o responsável pelo cargo precisa dirigir os trabalhos da Tesouraria e os serviços de arrecadação e guarda das receitas. Também precisa efetuar o pagamento das despesas autorizadas. Outras incumbências associadas à pasta são: assinar, com o presidente do Tricolor, os documentos  específicos sinalizados no estatuto e providenciar os balancetes, demonstrativos de receitas e despesas do Fluminense. Por fim, tem de manter sob controle administrativo a situação do quadro social, estando apto a informar sobre os sócios licenciados, desligados, adimplentes e inadimplentes. Cláudio Barçante é o nome para a pasta.
O cargo, considerado de extrema confiança e estratégico, é da Flusócio desde 2010, no primeiro mandato de Peter. Barçante é figura conhecida nas Laranjeiras e defensor ferrenho das premissas do grupo, tal qual era de Peter enquanto o mesmo fora presidente do Fluminense.

REUNIÃO DO "SIM" ÀS CONTAS DO ÚLTIMO ANO DE PETER É ALVO DE AÇÃO JUDICIAL

Conselheiros querem uma nova plenária sob a alegação de que votação teve vícios e irregularidades.
22 de Maio de 2018 
(Foto: Photocamera)
A reunião do Conselho Deliberativo que aprovou as contas de 2016, último ano de gestão de Peter Siemsen, virou alvo de uma ação judicial. Visando anular o encontro – que aconteceu em junho do ano passado -, sob a alegação de que estava recheado de vícios e ilegalidades irreparáveis, conselheiros do Fluminense acionaram a Justiça para marcar uma nova plenária com a mesma finalidade, revendo os documentos que foram aprovados à época.
A ação, movida em primeira instância, tem como autores integrantes do grupo político de oposição Associação Nacional Tricolor de Coração, Eduardo Mitke Brandão Reis e Luis Monteagudo Gonzalez Filho, com o Fluminense como réu.
Vale lembrar que, à época, a reunião teve diversas polêmicas. Entre elas, o fato de como a votação foi feita, sem contagem oficial, mas no “olhômetro”, com os conselheiros levantando a mão e “dizendo sim” à aprovação. Ao aparecer no Salão Nobre tricolor, o então presidente Peter Siemsen foi vaiado por conselheiros de oposição, mas, apesar de tudo isso, as contas foram aprovadas.
José Guisard, que era o presidente do Conselho Deliberativo quando o pleito aconteceu, teve dificuldade em manter a plenária em ordem e, após dar o resultado da votação sem a contabilização, também foi hostilizado. A justificativa de Guisard para não contar os votos foi de que foi decidido por uma votação simbólica e havia mais de 180 conselheiros. Em outubro do mesmo ano, Guisard renunciou ao cargo apontando problemas pessoais para a decisão.
Recentemente, o Fluminense atrasou a entrega do balanço referente à temporada de 2017, o que expôs o conturbado cenário político em que o clube se encontra. Uma das justificativas é que estava em curso uma revisão das contas de 2016. Na última semana, os documentos foram divulgados e houve um reajuste em relação às contas do ano retrasado: após tais análises, um superávit de R$ 8,342 milhões se transformou em um déficit de R$ 13,457 milhões.
Na última quinta-feira, cinco vice-presidentes do Fluminense de pastas importantes apresentaram carta de renúncia, todos eles eram ligados ao grupo “Unido e Forte”, que havia rompido com Abad, mas ainda fazia parte da gestão.
A carta de renúncia ao mandato foi assinada por Cacá Cardoso, vice-presidente Geral do clube, Diogo Valle Bueno, vice de Finanças, Miguel Pachá Junior, vice de Interesses Legais, Idel Halfen, vice de Marketing, Publicidade e Relações Externas, e Sandro Leonardo de Souza Hagen, vice de Governança.

SAÍDA DE PAULO AUTUORI PODE SER OFICIALIZADA NA QUARTA-FEIRA

Dirigente trabalhou normalmente nesta terça, no CTPA
22 de Maio de 2018 
Foto: Lucas Merçon/FFC
Em vias de deixar o Fluminense, Paulo Autuori trabalhou normalmente nesta terça-feira, no CTPA. Segundo informações do jornalista Hector Werlang, ainda não há uma data para a saída ser oficializada, mas o desejo do dirigente já foi comunicado ao presidente Pedro Abad e há chance de o caso ser resolvido nesta quarta-feira.
Autuori assinou com o Fluminense em dezembro de 2017 para atuar como diretor executivo de futebol. O dirigente é cobiçado pelo Flamengo para ocupar a vaga deixada por Rodrigo Caetano e também não descartou voltar a ser treinador fora do país.

NOME SE ABEL BRAGA É COGITADO NO SANTOS

Técnico Jair Ventura balança no cargo após maus resultados
22 de Maio de 2018 
(Foto: Lucas Merçon - FFC)
Balançando no cargo, Jair Ventura deve seguir no comando do Santos, pelo menos por enquanto. O treinador sofre muita pressão pela má sequência de resultados, são quatro derrotas em seis jogos.
Segundo o UOL Esporte, durante reunião realizada pelo Comitê Gestor do clube na última segunda-feira, os nomes de Zé Ricardo, do Vasco, e de Abel Braga, do Fluminense, foram cogitados para a vaga de Jair. O técnico do Tricolor seria o favorito do presidente José Carlos Peres, que apesar disso, ainda é um dos defensores da manutenção do atual comandante.
O site diz que o mandatário do Peixe tem contato direto com Abel, que é visto com bons olhos principalmente pela capacidade de lidar com jovens. No entanto, uma negociação com o treinador do Fluminense não seria fácil, visto que o mesmo tem contrato com os cariocas até o fim desta temporada.

APOSTAS DE ABEL FUNCIONAM, PEÇAS SE ENCAIXAM E ESQUEMA TÁTICO DO FLU DECOLA

Técnico apostou na base e em jogadores sem muita pompa no mercado para formar o Flu 2018
22 de Maio de 2018 
Foto: Lucas Merçon - FFC
No final da conturbada temporada de 2017 no Fluminense, Abel Braga falou que precisava de três ou quatro peças para colocar em prática algumas ideias para o ano seguinte. O técnico não quis entrar em detalhes, mas o “mistério” foi logo desfeito em janeiro: o Flu versão 2018 seria montado a partir de uma linha com três zagueiros.
Para tornar o desejo realidade, Abel, que ainda contabilizava as perdas de jogadores como Cavalieri, Scarpa e Henrique, pinçou no mercado, e na própria base, nomes que poderiam dar conta do recado. Para as alas, apostou no jovem revelado em Xerém Ayrton Lucas, e em Gilberto. Sob desconfiança, a dupla deslanchou e hoje é parte importantíssima do sistema tricolor, ainda que Ayrton esteja se recuperando de lesão.
Para fazer a função à frente dos zagueiros, o Flu buscou Jádson e Airton, ambos sem muito cartaz no mercado. De mansinho, o primeiro tomou conta da posição e hoje é um dos jogadores mais vitais para a equipe, tanto que Douglas não tem jogado com muita frequência.
No ataque, o Flu liberou Wellington Silva e perdeu Dourado. Para surpresa dos mais céticos, Marcos Jr. e Pedro receberam as camisas de titular e têm correspondido à altura. Mais um ponto para o treinador.
– O que mais me dá satisfação é que foram muitas mudanças, muitas coisas, e eles estão conseguindo isso (bom desempenho) em tão pouco tempo” – festejou o técnico em entrevista após a vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-PR, no Maracanã.

JORNALISTA CRITICA POSTURA DE AUTUORI NO FLUMINENSE

Dirigente deve entregar o cargo nos próximos dias
22 de Maio de 2018 
Foto: Lucas Merçon - FFC
Insatisfeito no Fluminense, o diretor de futebol Paulo Autuori deve deixar o clube em breve. Durante a edição desta terça-feira do programa “Os Donos da Bola”, da TV Bandeirantes, o jornalista Ronaldo Castro criticou a postura do dirigente e afirmou que dirigente não ganha jogo. Assista abaixo:

LIXO ACUMULADO EM JOGOS DO FLUMINENSE VIRA PRODUTOS ORGÂNICOS E RECICLÁVEIS

Tricolor fechou parceria com concessionária que administra o estádio
22 de Maio de 2018 
(Foto: Lucas Merçon/FFC)
O Fluminense expandiu suas ações socioambientais para o Maracanã. Além da parceria com a ONG SOS Mata Atlântica, que estampa a logomarca na manga da camisa, o Tricolor acertou parceria com a concessionária que administra o estádio e, agora, todo lixo acumulado nas partidas do Flu passarão por um processo diferenciado de separação.
Em vez de mandar o lixo acumulado para um aterro sanitário, o clube e a empresa entregam os recicláveis para uma cooperativa, enquanto os outros resíduos são enviados para uma empresa que transforma dejetos em produtos orgânicos ou recicláveis.

RICHARD PROJETA JOGO CONTRA A CHAPE: "VAMOS PROCURAR A VITÓRIA"

Volante afirmou que o Tricolor buscará quebrar o tabu contra os catarinenses
22 de Maio de 2018 
(Foto: Lucas Merçon/FFC)
O Fluminense iniciou nesta terça-feira a preparação para o jogo contra a Chapecoense, sábado, às 16h, no Maracanã. Peça fundamental no esquema de Abel Braga, o volante Richard já projetou o duelo e lembrou que o Tricolor jogará para vencer e quebrar o tabu contra o time catarinense.
– Se quisermos algo no campeonato, temos que vencer esses jogos dentro de casa. Respeitamos a equipe deles, mas vamos procurar a vitória. Quebrar tabu é sempre bom, mas o mais importante é vencer – analisou.
Com a vitória sobre o Atlético-PR, o Fluminense subiu para a quinta colocação com dez pontos, três atrás do líder do Brasileirão. O Tricolor nunca venceu a Chapecoense e, em caso de vitória, pode alcançar a liderança do campeonato.

CONFIRA AS FOTOS DO TREINO DESTA TERÇA-FEIRA NO CT

Tricolor iniciou a preparação para o jogo contra a Chape, sábado, no Maracanã
 
O Fluminense se reapresentou nesta terça-feira e deu início a preparação para a partida contra a Chapecoense, que acontece no próximo fim de semana, no Maracanã. O grupo teve um dia de folga depois de vencer o Atlético-PR por 2 a 0 no último domingo. Com a vitória, o Tricolor alcançou 10 pontos e encerrou a sexta rodada na quinta colocação.
No treinamento desta terça-feira, os atletas que começaram a partida contra o Atlético realizaram um trabalho voltado para a parte física, enquanto os demais jogadores do elenco participaram de um treino coletivo no campo 2 do CT da Barra. O Tricolor volta a treinar na tarde desta quarta-feira, novamente no CTPA. Confira abaixo as fotos do treino.
Abel conversa com os jogadores em campo (Foto: Lucas Merçon/FFC)
Sornoza durante o treino funcional (Foto: Lucas Merçon/FFC)
Jogadores no aquecimento durante uma manhã fria no Rio de Janeiro (Foto: Lucas Merçon/FFC)
Goleiros realizaram atividade física (Foto: Lucas Merçon/FFC)